Quando viemos para o campo trouxe tudo e mais alguma coisa mas, claro, o carregador do meu portátil ficou pela cidade e agora tenho que usar o da A. O chato é que tem um teclado diferente, lembram-se das máquinas de escrever Qwerty e das Azerty? Pois, para se lembrarem, precisavam de ter vivido numa outra época, uma época sem computadores, sem net, talvez uma época mais genuína. Mas, é mais ou menos bom, chato isto de ter de me habituar a um teclado diferente, porém, pelo menos, recebo cumprimentos do género: "és o meu adónis, imbecil, o meu deus supremo da beleza". Claro que, é na brincadeira, conquanto, brincadeira ou não, compense isto do pc ter um teclado de merda. Não que seja importante, não tenho muito para escrever, é divertido estar aqui e o tempo está a colaborar e o medo, sim, o medo desaparece, um tipo sai de calções, dá uns belos duns passeios, come melhor ainda, num jardim de sonho, amanhã uns belos duns mergulhos e até dá para ir tirando umas fotos, sem preocupação, em liberdade, de mãos livres.







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