Thursday, April 30, 2020

Por Portugal e São Jorge



Escrevi, algures nos idos de março, que, mais dia menos dia, o exército teria de sair. Acrescentei que, quando o fizesse, teria de o fazer preparado, teria de sair em último lugar, já com todas as lições aprendidas e totalmente protegido. O exército, como o concebo, é o garante, é a defesa da paz, por paradoxal que a afirmação pareça. São os homens e as mulheres que não brincam em serviço, que servem a Pátria e que, como se viu há 46 anos, se necessário, a defendem de si própria. Pois bem. Discreto, eficaz, o exército tem saído. E é tudo.    

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