Escrevi, algures nos idos
de março, que, mais dia menos dia, o exército teria de sair. Acrescentei que,
quando o fizesse, teria de o fazer preparado, teria de sair em último lugar, já
com todas as lições aprendidas e totalmente protegido. O exército, como o concebo, é o
garante, é a defesa da paz, por paradoxal que a afirmação pareça. São os homens e as mulheres que não brincam em
serviço, que servem a Pátria e que, como se viu há 46 anos, se necessário, a defendem de si
própria. Pois bem. Discreto, eficaz, o exército tem saído. E é tudo.
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